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20 de Outubro de 2026
Estudantes de Medicina, Farmácia, Enfermagem e Jornalismo da Universidade de Gurupi - UnirG, estiveram na Casa de Saúde Indígena, CASAI-TO, na última semana para uma ação de conscientização sobre a toxoplasmose gestacional A atividade integra o projeto de extensão Casai-
TO, que há quatro anos aproxima a Instituição das comunidades indígenas, e está vinculada à Fapt e à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação - Propesq.
Com o tema “Outubro Rosa: Saúde da Mulher”, o encontro teve duas apresentações. A primeira abordou o câncer de mama. Já a segunda, sobre toxoplasmose em gestantes, que também foi explicada também na língua indígena Javaé.
De acordo com a estudante do 11° período de medicina e bolsista PIBIC/PIVIC, Maralina Gomes da Silva um dos objetivos é facilitar o acesso da comunidade a essas informações. “O intuito do projeto é não só buscar informações epidemiológicas sobre toxoplasmose gestacional, mas ir à comunidade e conversar com essas pessoas a respeito do tema”, explica.
O grupo de pesquisa também desenvolve um estudo epidemiológico com dados da plataforma DataSUS entre 2019 e 2024. De acordo com Maralina, o levantamento aponta a subnotificação dos casos e reforça a importância do pré-natal. “Muitas vezes há uma barreira para se chegar à gestante indígena, para ela receber uma assistência adequada. Nós, como educadores, profissionais da saúde e estudantes, precisamos estar mais
próximos dessa realidade”, afirma.
Para a professora e coordenadora do projeto de extensão Casai-TO, Dra Regiane Okochi, a iniciativa tem como
foco a integração entre Universidade e comunidade. “O objetivo é integrar os acadêmicos com a comunidade, oportunizando o conhecimento e a valorização cultural”, destaca.
A ação contou com o apoio dos professores João Bartolomeu, do Afirma SUS e Alessandra Duarte, do PIBIC/PIVIC e com a equipe da CASAI-TO, responsável pela mobilização dos convidados indígenas.