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UnirG – Universidade de Gurupi
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Residentes de Medicina da UnirG apresentam atividade de Diagnósticos Situacionais dos territórios de atuação


11 de Agosto de 2026



Os Residentes de Medicina de Família e Comunidade da Universidade de Gurupi - UnirG, apresentaram ontem,10, os Diagnósticos Situacionais dos territórios de atuação por meio do Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade. A atividade foi realizada no Campus II da Instituição.

A ação constituiu uma importante etapa do processo formativo dos residentes, promovendo a análise dos territórios que integram os cenários de prática da Residência Médica. A iniciativa tem como objetivo formar profissionais qualificados para atuação no Sistema Único de Saúde - SUS e ainda fortalecer a Atenção Primária à Saúde, por meio da articulação entre formação profissional e necessidades sociais.

A banca examinadora contou com a participação de profissionais convidados da Secretaria Municipal de Saúde - Semus, representantes da Universidade, preceptores e profissionais envolvidos na formação dos residentes.

Entre os participantes estavam o coordenador geral das Residências da UnirG, Dr. Francícero Rocha Lopes, e a coordenadora do Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade da UnirG, Drª. Marcela de Souza Sotto Mayor. 

Participaram das apresentações os médicos residentes do primeiro ano (R1):  Ana Clara Silva, Jordênia Schult, Lynda Léa Barros, Rafaela Chaves, Thamires Monteiro e Yuri Freitas, acompanhados pelos respectivos preceptores e avaliadores.

 

Conhecer o território para planejar o cuidado

O Diagnóstico Situacional tem como finalidade proporcionar ao residente uma compreensão ampliada da realidade na qual está inserido. A atividade permite reconhecer características da população, perfil epidemiológico, principais necessidades de saúde, determinantes sociais, vulnerabilidades, potencialidades do território, recursos comunitários e aspectos relacionados à organização e ao funcionamento das equipes de Saúde da Família.

Mais do que reunir informações, o diagnóstico possibilita ao médico residente analisar criticamente a realidade do território e compreender como os fatores sociais, econômicos, culturais e ambientais interferem no processo saúde-doença.

A atividade favorece o desenvolvimento de competências essenciais para a atuação em Medicina de Família e Comunidade, entre elas territorialização, planejamento em saúde, vigilância em saúde, interpretação de indicadores, abordagem familiar e comunitária, gestão do cuidado, comunicação, trabalho interprofissional e tomada de decisão baseada nas necessidades da população.

 

Integração entre Universidade e serviço de saúde

Segundo a Drª. Marcela de Souza, a atividade representa uma etapa fundamental da formação dos residentes. “A construção do diagnóstico situacional é uma etapa fundamental na formação do médico de Família e Comunidade, porque possibilita ao residente conhecer de maneira aprofundada o território onde desenvolve sua prática. 

Para o Dr. Francícero Lopes, o conhecimento do território deve servir como ponto de partida para o planejamento das ações desenvolvidas durante a residência. “O diagnóstico situacional é o ponto de partida para que o residente compreenda que fazer Medicina de Família e Comunidade significa conhecer não apenas a doença, mas também as pessoas, as famílias e o território onde elas vivem”. 

 

Formação comprometida com o SUS e com a comunidade

A realização da atividade reforça a importância da integração ensino-serviço-comunidade como elemento estruturante da formação em serviço. A aproximação entre residentes, preceptores, Universidade e Secretaria Municipal de Saúde possibilita que o processo educacional dialogue diretamente com as necessidades dos serviços e da população. 

Ao inserir o residente na realidade cotidiana da Atenção Primária, o Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade contribui para a formação de profissionais capazes de compreender o território em sua complexidade e desenvolver um cuidado longitudinal, integral, humanizado e orientado às necessidades das pessoas, famílias e comunidades.

 

 

Thais Lira - Jornalista Ascom






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