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27 de Novembro de 2025
Na última terça-feira, 25, foi realizado o IV Seminário de Iniciação Científica da Universidade de Gurupi - UnirG, que destacou pesquisas e a importância da ciência no dia a dia. O evento ocorreu no campus Jacinto Nunes da Silva, em uma tarde de apresentações, sessões de comunicação oral e debates sobre inovação e produção científica.
A ação reuniu 68 projetos vinculados ao PIBIC e PIVIC e a diferentes áreas do conhecimento, com destaque para estudos que abordam inovação, tecnologia, saúde, educação e desenvolvimento social. As sessões estimularam discussões qualificadas entre estudantes, docentes e comunidade acadêmica.
Durante o seminário, a Pró-Reitora de Graduação da UnirG, Drª Samara Tatielle Monteiro Gomes, destacou a importância da pesquisa na Universidade. “Estamos participando da Semana de Iniciação Científica, uma etapa fundamental dos projetos desenvolvidos pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Tocantins e pela UnirG. Esse é um momento importante para consolidar o conhecimento produzido pelos nossos acadêmicos e valorizar o esforço de estudantes e professores na geração e regionalização da ciência. Atuo aqui como avaliadora e também como coordenadora de projetos, e estamos muito satisfeitos com os resultados apresentados”, disse Gomes.
Estudos de diversas áreas do conhecimento foram apresentadas e, dentre elas, a área da saúde ganhou grande destaque.
Na ocasião foram também apresentados projetos que há anos contribuem com a comunidade, como é o caso do projeto
‘Boquinha do bebê’, desenvolvido pela professora Drª Rise Rank. “O projeto já gerou mais de 30 publicações. Com as bolsas de iniciação científica, os acadêmicos são estimulados desde a graduação a seguir para o mestrado, produzindo com mais motivação e aprendendo competências importantes para se tornarem futuros professores e profissionais, fortalecendo sua formação”, finalizou Rank.
Durante a avaliação dos trabalhos apresentados a coordenadora do Atendee e docente do Curso de Enfermagem, Ma. Gisela Davela, destacou a qualidade e o comprometimento dos estudantes do curso. “Estou avaliando os projetos da Fisioterapia e estou verdadeiramente encantada com a qualidade do que foi apresentado. A sequência das pesquisas, o engajamento dos acadêmicos e os resultados alcançados demonstram excelência. Pretendo, inclusive, sugerir que alguns deles continuem desenvolvendo e apresentando novos trabalhos nas próximas oportunidades. O que vi até agora é realmente impressionante," concluiu.
A acadêmica do 7° de Psicologia, Rafaela de Oliveira, explicou o desenvolvimento e a organização da pesquisa da qual participa. "Nossa pesquisa está organizada em três eixos: realizamos um levantamento de filmes, oficinas e atividades que abordam o processo de luto na infância. Em seguida desenvolvemos um livro-jogo interativo, que é a história da árvore Aurora, inspirada no ipê rosa do cerrado, para ser utilizado em psicoterapia e no ambiente escolar. Por fim, estamos finalizando o planejamento para aplicar a cinematerapia, prevista para ocorrer entre 2026 e 2030”, explicou Oliveira.
“Apresentar o trabalho trouxe uma sensação de satisfação e dever cumprido, já que a pesquisa está na fase de coleta de dados e foi aprovada pelo comitê de ética. Apesar do desafio de alcançar a amostra necessária, o estudo tem grande relevância social, especialmente por abordar neurociência e neuroaprendizagem. Ele contribui para que a universidade adote novas estratégias e para que o estudante reconheça o cérebro como aliado em uma trajetória acadêmica desafiadora, mas rica em descobertas e experiências únicas”, disse a estudante do 9° período de Medicina, Maralina Gomes.
Nathália Costa - Ascom UnirG